quarta-feira, 15 jul. 2026

Guardia Civil procura condutor que atropelou mortalmente jovem norueguesa desaparecida em Marbella

A adolescente de 17 anos foi vista pela última vez, com uma amiga, numa discoteca situada em Puerto Banús, onde festejavam vitória da Noruega contra o Brasil.
Guardia Civil procura condutor que atropelou mortalmente jovem norueguesa desaparecida em Marbella

As autoridades espanholas procuram o condutor suspeito de ter atropelado mortalmente uma adolescente norueguesa de 17 anos, numa estrada em Mijas, em Málaga, depois de a jovem ter sido dada como desaparecida durante várias horas.

A investigação da Guardia Civil centra-se agora na identificação do veículo envolvido, cujo condutor abandonou o local sem prestar qualquer assistência.

A vítima, identificada como Nikoline pela Telecinco, encontrava-se de férias em Marbella quando desapareceu na madrugada de domingo. O desfecho do caso só viria a ser conhecido horas depois, já na segunda-feira, quando as autoridades confirmaram que a jovem encontrada sem vida na autoestrada A-7 era a adolescente que a família procurava.

Últimos movimentos antes da tragédia

Segundo a investigação, a jovem foi vista pela última vez, com uma amiga, numa discoteca situada em Puerto Banús, em Marbella, onde festejavam vitória da Noruega contra o Brasil. A amiga terá ido à casa de banho e quando voltou Nikoline já não se encontrava no mesmo sítio.

Corpo encontrado na A-7

O alerta para um atropelamento foi recebido pelos serviços de emergência durante a madrugada, depois de vários automobilistas terem avistado uma pessoa caída na faixa de rodagem.

Quando as equipas médicas chegaram ao local, a vítima já não apresentava sinais vitais.

A identificação só seria confirmada mais tarde, permitindo estabelecer a ligação entre o atropelamento e o desaparecimento que estava a ser investigado.

Investigação procura esclarecer responsabilidades

As autoridades acreditam que o veículo envolvido será um pesado de mercadorias, embora essa informação ainda não tenha sido oficialmente confirmada.

Além do acidente em si, o facto de o automobilista não ter parado para prestar auxílio poderá agravar a sua responsabilidade criminal.