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A polémica continua com o foco no ex-príncipe e com cada vez mais detalhes. Desta vez, o jornal britânico Daily Mail revelou que o ex-príncipe André pagou uma massagem privada no Palácio de Buckingham, com dinheiro da casa real britânica.
André Mountbatten-Windsor chamou a massagista sul-africana Monique Giannelloni à residência oficial da realeza em junho de 2000. O que não se sabia é que a massagista profissional foi recomendada por Ghislaine Maxweel, companheira e cúmplica do criminoso sexual Jeffrey Epstein.
Foi a própria massagista que revelou a situação, contando que entrou no palácio sem verificação de segurança e foi levada diretamente até ao quarto do irmão do rei Carlos III. Este terá saído da casa de banho completamente nu. “Cheguei ao quarto e André estava lá, de roupão. Depois de dizer ‘Olá’, ele foi à casa de banho e voltou nu. Desviei o olhar e fiquei bastante constrangida", explica em entrevista ao jornal britânico. No entanto, diz que não teve problemas com o ex-príncipe e que este foi "muito simpático e muito cavalheiro".
A massagem custou um total de 75 libras (cerca de 86 euros), pagos através de um cheque assinado por Charlotte Manley, assistente pessoal de André, a partir da conta da família no banco privado Coutts.
A massagista era conhecida de Maxwell e Epstein, tendo ainda revelado que, antes da massagem com André, teve uma marcação com a mulher em Nova Iorque. "Quando cheguei lá, Jeffrey Epstein também estava presente. Eles ficaram o tempo todo na sala a falar sobre comprar uma ilha por cerca de 20 milhões de libras [cerca de 23 milhões de euros], o que achei muito estranho. Foi constrangedor vê-lo ali parado”, revelou.
"Vou apresentar-te a alguém mais famoso que Deus", disse Ghislaine a Giannelloni, antes desta receber uma chamada da assistente pessoal britânica para marcar a massagem com o ex-duque.