quarta-feira, 15 jul. 2026

Após a morte da jovem em salto radical no Brasil, responsáveis dizem não saber quem verificou o equipamento

O caso aconteceu na manhã do passado sábado, quando a jovem saltou de uma altura de 40 metros sem equipamento de segurança.
Após a morte da jovem em salto radical no Brasil, responsáveis dizem não saber quem verificou o equipamento

Os homens responsáveis pela atividade de rope jump em que uma jovem de 21 anos morreu após ser lançada de uma ponte sem a corda de segurança afirmaram às autoridades que não conseguem identificar quem deveria ter feito a verificação final do equipamento antes do salto.

Um dos arguidos, identificado como Luis Felipe Feliciano Egoroff pelo portal de notícias G1, terá dito às autoridades que a equipa não tem uma ordem fixa de funções e que todos fazem tudo. "Às vezes a gente tipo assim não coloca, outro confere, outro confere, outro coloca. Às vezes um faz, o outro vem, vê se tá certo. Era mais ou menos isso”, disse.

Quando terá sido questionado de quem é que tinha verificado as cordas de segurança da jovem de 21 anos, afirmou que não se lembrava.

Já outro arguido, Maicon Fernandes Cintra, partilhou a mesma informação e afirmou não se lembrar.

O advogado dos três instrutores revela que todos estão em estado choque e por isso não conseguem explicar o que aconteceu.

O caso aconteceu na Ponte do Esqueleto, na zona de Limeira, no interior de São Paulo, quando Maria Eduarda Rodrigues de Freitas caiu de uma altura de cerca de 40 metros durante a realização de um salto radical. Segundo as imagens que circulam nas redes sociais, a jovem não estava presa às cordas que deveriam travar a queda.