sexta-feira, 17 abr. 2026

Afinal o príncipe Philip não morreu de velhice: tinha cancro inoperável no pâncreas há quase oito anos

O autor da biografia revela ainda que a rainha não esteve presente quando o marido de há 73 anos partiu.
Afinal o príncipe Philip não morreu de velhice: tinha cancro inoperável no pâncreas há quase oito anos

Foi revelado um pormenor sobre o estado de saúde do príncipe Philip que, até agora, poucos sabiam: viveu com cancro do pâncreas durante quase oito anos antes da sua morte em 2021.

A obra "Queen Elizabeth II", do biógrafo Hugo Vickers, revela que o então Duque de Edimburgo foi diagnosticado com um "cancro inoperável" em junho de 2013, de acordo com o Daily Mail. Na altura, Philip tinha estado cerca de 11 dias no hospital.

O novo livro revela agora detalhes dos momentos antes da sua morte: à noite, terá "escapado" à vigilância dos enfermeiros para se servir de uma cerveja. "Na manhã seguinte, levantou-se, tomou banho, disse que não se sentia bem e partiu discretamente. Até então, já vivia com cancro do pâncreas há quase oito anos — muito mais do que o tempo médio de sobrevivência após o diagnóstico", revela Vickers.

O autor revela ainda que a rainha não esteve presente quando o marido de há 73 anos partiu, tendo ficado destroçada por "como tantas vezes na vida, ele ter partido sem se despedir".

Philip tinha sido internado em 2011 devido a uma artéria coronária bloqueada. Em 2013, passou 11 dias no hospital para uma cirurgia abdominal, onde os médicos terão detetado uma "sombra" no pâncreas. "O diagnóstico foi cancro pancreático inoperável”, escreve Vickers.

Na obra, Hugo Vickers revelou ainda que, em 2019, os rumores sobre a saúde do príncipe chegaram a levar à elaboração de planos para adiar as eleições gerais no caso da sua morte. “Mas depois [ele] recuperou... Alguém disse que estava a mostrar espírito público e a fazer um esforço para sobreviver para não perturbar a eleição", revelou.

Recorde-se que o príncipe Philip morreu em abril de 2021, no Castelo de Windsor, dois meses antes de completar 100 anos. Na altura, a causa da morte foi apontada como "velhice".