quarta-feira, 22 jul. 2026

17 anos após a morte do rei da Pop, novas alegações ligam Michael Jackson à clonagem humana

Dezessete anos após a sua morte, Michael Jackson continua a alimentar teorias, mistérios e debates.
17 anos após a morte do rei da Pop, novas alegações ligam Michael Jackson à clonagem humana

Michael Jackson era considerado o rei da pop. Esse estatuto pode manter-se, precisamente 17 anos depois, com o seu nome a não ser esquecido.

As teorias relacionadas com a morte do cantor, a 25 de junho de 2009, estendem-se até hoje. Desde a falta de provas do cantor sem vida, aos relatos de ameaças que sofria. Mas as novas alegações trazem pormenores relacionados com algo maior: a clonagem humana.

As novas alegações vêm a propósito de uma história publicada pelo site Radar Online, que revela que o cantor pop tinha um alegado interesse em clonagem humana e na preservação do seu material genético.

O site reuniu vários testemunhos de pessoas próximas do artista, que corroboram esta versão, garantindo que Jackson sempre esteve atento aos avanços científicos nesta área.

"Não me importa quanto custa"

Al Bowman, motorista do cantor durante cerca de uma década, é uma das fontes do site. Segundo o seu testemunho, Jackson participou em 2022 numa conferência sobre clonagem em Las Vegas, ao lado do ilusionista Uri Geller.

"Eu quero mesmo fazê-lo, Uri, e não me importa quanto custa", cita o motorista, relembrando uma frase que Jackson terá dito a Uri.

O motorista relaciona com o cantor ideias do Raelianismo, movimento religioso que se baseia na crença de que a humanidade foi criada cientificamente em laboratório por extraterrestres, defendendo a clonagem humana como uma forma de prolongar a existência além da morte.

Mas este interesse surgiu antes. Bowman recorda que o cantor pop demonstrou entusiasmo aquando das notícias sobre a ovelha Dolly, o primeiro mamífero clonado a partir de uma célula adulta. Isto aconteceu em 1996, no Reino Unido.

Da ideia à ação

Michael C. Luckman, autor, investigador e diretor do New York Center for Extraterrestrial Research revelou, através do relato de André Van Pier, estilista do cantor e da sua irmã Janet Jackson, que o artista passou à ação e preservou o seu material biológico com o objetivo de ser usado no futuro com os avanços científicos.

"O desejo de Michael era que as 'réplicas' de si próprio fossem capazes de continuar o seu legado", sublinha Luckman, que ficou conhecido após o livro "Alien Rock: The Rock 'n' Roll Extraterrestrial Connection", em 2005, onde explora alegadas experiências paranormais relacionados com OVNIs e figuras icónicas do rock - incluindo Michael Jackson.

Embora sem provas ou documentos que sustentem aquilo que revelou, Luckman explicou que amostras que pertenciam ao cantor foram transferidas de uma clínica de fertilidade em Los Angeles para o Reino Unido.

Os mais próximos confirmam o interesse do cantor, mas poucas são as provas sobre aquilo que Michael Jackson deixou efetivamente realizado.

25 de junho de 2009 - a morte do rei da Pop

Faz esta quinta-feira 17 anos que se noticiava a morte de Michael Jackson devido ao efeito de vários medicamentos. Teria hoje 50 anos.

O seu médico pessoal, Conrad Murray, foi posteriormente condenado por homicídio involuntário. Os mais próximos explicavam que Michael Jackson recorria frequentemente a medicação devido à dificuldade em adormecer.