O resultado líquido da NOS subiu 4,7% no primeiro trimestre, face a igual período de 2025, para 62 milhões de euros. A receita consolidada atingiu os 460,2 milhões de euros, "um crescimento de 1,9% com um forte contributo das receitas dos segmentos de TI e de cinema e audiovisuais".
O grupo liderado por Miguel Almeida revelou ainda que, "num trimestre impactado pelas tempestades que afetaram grande parte da zona centro do país, as receitas de telecomunicações mantiveram-se em linha com o mesmo período do ano passado, nos 389,8 milhões de euros, com as receitas do segmento empresarial a cresceram 5,5%".
As receitas de de tecnologias de informação subiram 16% para 54,4 milhões de euros face ao primeiro trimestre do ano passado, já no segmento de cinema e audiovisuais aumentaram 7% para 24,7 milhões de euros. Aliás, a unidade de negócio de cinema "beneficiou de um maior volume de sucessos de bilheteira ao longo do trimestre face ao período homólogo, com o total de bilhetes vendidos a registar um aumento de 12,1% para 1,8 milhões".
A empresa diz ainda que num ambiente"de intensa concorrência a NOS adicionou 266,7 mil novos serviços face ao final do primeiro trimestre de 2025, atingindo cerca 11 milhões de serviços ativos".
No segmento móvel, contabilizou 223,9 mil novos serviços face ao período homólogo de 2025, sendo que no final de março a NOS prestava 5,753 milhões de serviços.
A rede móvel 5G cobre 99,6% da população e está presente em todos os concelhos de Portugal.
"A rede fixa de última geração da NOS chega a 6,1 milhões de lares e empresas" e o número de serviços fixos atingiu cerca de 4,8 milhões no final de março, cerca de 100 mil acima do trimestre homólogo do ano passado.
A NOS "continua com uma dinâmica de crescimento nos serviços do segmento empresarial contando com mais 53,8 mil novos serviços, totalizando, no final de março deste ano, mais de 1,728 milhões de serviços".
O investimento diminuiu 5,1% até março para 85,9 milhões de euros.