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O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste custa esta semana 254,12 euros, o que representa um aumento de 12,30 euros face ao período homólogo, atingindo o valor mais elevado de sempre desde que a organização de defesa do consumidor iniciou esta análise, em 2022.
No início de 2022, era possível comprar exatamente os mesmos 63 produtos por menos 66,42 euros (uma diferença de 35,39%). Quando comparado com a semana anterior, verificou-se um aumento de 2,36 euros.
Embora os preços dos bens alimentares estejam em rota ascendente desde o início do ano, é possível que possam vir a subir ainda mais nos próximos meses. Este impacto do aumento de preços dos bens alimentares essenciais começa a fazer-se sentir nas cadeias de abastecimento.
Na última semana, entre 4 e 11 de março, os produtos cujo preço mais aumentou percentualmente foi o atum posta em óleo vegetal (33% para 1,69 euros/kilo), as salsichas de Frankfurt (20% para 1,94 euros) e a massa espirais (12% para 1,35 euros). Comparando com o início do ano, a curgete aumentou 38%, a dourada 28% e a couve-coração 27%.
Face ao mesmo período do ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como a curgete (45%), robalo (41%) e café torrado moído (33%). Desde que a DECO Proteste iniciou esta análise, a 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (121% para 12,85 euros/kg), a couve-coração (87% para 1,86 euros/kg) e os ovos (84% para 2,10 euros/kg).
O cabaz inclui Carne, Congelados, Frutas e Legumes, Laticínios, Mercearia e Peixe, sendo considerados, entre outros, produtos como Peru, Frango, Carapau, Pescada, Cebola, Batata, Cenoura, Banana, Maçã, Laranja, Arroz, Esparguete, Açúcar, Fiambre, Leite, Queijo, Manteiga, entre muitos outros.