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O ABANCA obteve, no primeiro trimestre, um resultado líquido atribuível de 207,5 milhões de euros. De acordo com a instituição financeira, “o desempenho assenta no crescimento eficiente do negócio e numa gestão prudente do balanço”.
O crédito a famílias e empresas aumentou 4%, enquanto os recursos a clientes cresceram 5,2%. Outras linhas de negócio, como a distribuição de fundos de investimento e pensões, seguros ou meios de pagamento, registaram também um desempenho muito relevante e superior à média do setor.
Os fundos de investimento cresceram 27,1% no ABANCA (vs. 13,0% no setor), os seguros do ramo não vida aumentaram 24,7% (vs. 8,9%) e as operações em meios de pagamento cresceram 12,1% (vs. 8,3%). Como resultado, a quota de mercado em recursos fora do balanço aumentou 21 pontos base.
Esta dinâmica de crescimento é também visível na evolução da base de clientes, que continua a aumentar em todos os territórios onde o banco opera.
O ABANCA captou mais de 37 mil novos clientes no primeiro trimestre do ano, um crescimento de 2% superior ao registado no mesmo período do ano anterior.
O volume de negócio gerido pelo ABANCA supera os 138.000 milhões de euros, mais 6,5% face a março de 2025. O crédito a clientes atingiu 54.332 milhões de euros, enquanto os recursos totais ascenderam a 83.795 milhões de euros.
A carteira de crédito em situação regular cresceu 9%, "sendo maioritariamente composta por empresas e famílias (84%)". O crédito ao setor privado aumentou 4% em termos homólogos.
A captação de recursos de clientes cresceu 5,2% face ao período homólogo, atingindo 83.795 milhões de euros. “Por tipologia, 76% correspondem a depósitos (à ordem e a prazo) e 24% a recursos fora do balanço (fundos de investimento, pensões e seguros de poupança)”, salienta.
Já os depósitos de clientes superam os 63 mil milhões de euros, após um crescimento de 1,3%. A carteira apresenta um perfil claramente de retalho: 94% dos depósitos pertencem a famílias e empresas, maioritariamente com saldos inferiores a 100 mil euros.