sexta-feira, 10 jul. 2026

Trump admite que pediu à FIFA revisão de cartão vermelho a Balogun antes do duelo com a Bélgica

Presidente norte-americano diz que a expulsão do avançado dos EUA foi injusta e crítica a utilização das imagens.
Trump admite que pediu à FIFA revisão de cartão vermelho a Balogun antes do duelo com a Bélgica

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou esta segunda-feira que solicitou ao presidente da FIFA, Gianni Infantino, a reavaliação do cartão vermelho mostrado ao internacional norte-americano Folarin Balogun, na esperança de que o avançado possa ser autorizado a jogar frente à Bélgica.

"Pedi uma reavaliação porque não achei que tivesse sido falta", afirmou Trump durante um evento realizado na Casa Branca.

O chefe de Estado norte-americano mostrou-se igualmente crítico das regras relativas às expulsões e questionou a decisão da equipa de arbitragem no encontro entre os Estados Unidos e a Bósnia-Herzegovina.

"Aquilo não foi uma falta, nem sequer uma infração. Foram dois jogadores a correr em grande velocidade que chocaram um com o outro. É como se não se pudesse colocar o pé sobre o pé de outra pessoa quando se está a correr. Não. Eram dois grandes atletas que se envolveram num lance, e este árbitro, que é um pouco suspeito, se olharem para o seu passado", declarou.

Trump reforçou a ideia de que a decisão foi excessiva e voltou a defender que o lance não justificava a expulsão.

"Pedi uma revisão porque não achei que fosse falta e, sabem, volto a dizer, sou bom nestas coisas. Não pensei que fosse falta. Achei que eram dois grandes atletas que chocaram e ficaram enredados. Não foi um jogador a dar um murro na cara de outro nem nada do género", acrescentou.

O Presidente norte-americano criticou ainda a forma como o lance foi revisto pelo árbitro brasileiro Raphael Claus, considerando que a utilização das imagens em câmara lenta influenciou negativamente a decisão.

Segundo Trump, a entrada de Balogun sobre o defesa bósnio Tarik Muharemovic foi analisada recorrendo à repetição em câmara lenta, um procedimento que, na sua opinião, não deveria ter sido determinante, embora tenha admitido que desconhecia até agora a relevância desse aspeto nas decisões de arbitragem.