A Madrasta é uma telenovela mais curta do que o habitual com apenas 100 episódios. Inês Castel-Branco e Albano Jerónimo protagonizam a trama que envolve crime e muito mistério. Diana é acusada de um homicídio que não cometeu e presa durante 20 anos, em Marrocos. Ao sair da prisão só quer voltar para os filhos mas estes acreditam que a mãe não só é outra mulher como morreu. Para os reconquistar, Diana aceita voltar a casar-se com Pedro (Albano Jerónimo) e ser a “madrasta” dos seus próprios filhos. Até que a verdade venha ao de cima.
José Eduardo Moniz, diretor-geral da TVI, pretende inovar e diferenciar a oferta neste tipo de programação. «Para nós uma novela mais curta é um esforço violento mas que nos coloca numa posição distinta relativamente à oferta que existe, hoje em dia, em Portugal em que as novelas têm todas 200, 250 episódios».
Este formato mais curto dará lugar, ainda, a maior diversidade. «Queremos que por ano, na TVI, o espetador tenha oportunidade de ver entre cinco a seis novelas. Este tipo de oferta permite que haja maior variedade e possibilita a satisfação, também, de públicos muito diversos», conclui José Eduardo Moniz, durante a apresentação de A Madrasta, que teve lugar no Triplex, em Lisboa.
O elenco reuniu-se para celebrar e ver o primeiro trailer da novela. Inês Castel-Branco acredita no sucesso de A Madrasta. «É uma história com muitas emoções e suspense. A Diana foi acusada de um crime que não cometeu e que a pôs na prisão durante 20 anos. Quando volta quer reconquistar os filhos e vingar quem a incriminou. Só que os filhos não a reconhecem e ela acaba por aceitar ser a madrasta dos próprios filhos», explica a atriz.
Albano Jerónimo dá conta de que Pedro tudo fará pelos filhos do casal. «Pode fazer coisas mais ou menos ortodoxas», revela o ator que regressa assim à TVI.
A nova grande aposta de ficção da TVI estreia oficialmente no dia 22 de junho.