quarta-feira, 11 fev. 2026

Um terço dos europeus usaram ferramentas de IA generativa em 2025

As ferramentas de IA generativa podem criar novos conteúdos, como texto, imagens, código de programação, vídeos ou outros dados, com base nas informações disponíveis e nos padrões que aprenderam a partir de exemplos existentes. Para gerar este conteúdo, requerem um ‘input’ ou uma instrução (prompt) do utilizador
Um terço dos europeus usaram ferramentas de IA generativa em 2025

Quase três em cada dez pessoas (32,7%) entre os 16 e os 74 anos na União Europeia (UE) utilizaram, em 2025, ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa. A razão principal para a utilização foi para fins pessoais. 

De acordo com o boletim do Eurostat divulgado esta terça-feira, entre os países da UE, a utilização de ferramentas de IA generativa foi mais generalizada na Dinamarca (48,4%), Estónia (46,6%) e Malta (46,5%).

Pelo contrário, as percentagens mais baixas de pessoas que utilizam ferramentas de IA generativa foram registadas na Roménia (17,8%), Itália (19,9%) e Bulgária (22,5%).

Segundo o serviço europeu de estatística europeu, Portugal está na 13.º posição e acima das médias da área do euro e da UE: 38,7% (cerca de quatro em cada dez) de pessoas na faixa etária considerada usaram IA generativa.

Na média da UE, a maioria das pessoas usou as ferramentas para fins pessoais (25,1%), enquanto 15,1% as utilizou para o trabalho e 9,4% para educação formal.

Em Portugal, o uso para fins privados atingiu os 33,1%, seguindo-se o uso para fins profissionais (20%) e educação formal (14,5%).

As ferramentas de IA generativa podem criar novos conteúdos, como texto, imagens, código de programação, vídeos ou outros dados, com base nas informações disponíveis e nos padrões que aprenderam a partir de exemplos existentes. Para gerar este conteúdo, requerem um ‘input’ ou uma instrução (prompt) do utilizador.