Quase três em cada dez pessoas (32,7%) entre os 16 e os 74 anos na União Europeia (UE) utilizaram, em 2025, ferramentas de inteligência artificial (IA) generativa. A razão principal para a utilização foi para fins pessoais.
De acordo com o boletim do Eurostat divulgado esta terça-feira, entre os países da UE, a utilização de ferramentas de IA generativa foi mais generalizada na Dinamarca (48,4%), Estónia (46,6%) e Malta (46,5%).
Pelo contrário, as percentagens mais baixas de pessoas que utilizam ferramentas de IA generativa foram registadas na Roménia (17,8%), Itália (19,9%) e Bulgária (22,5%).
Segundo o serviço europeu de estatística europeu, Portugal está na 13.º posição e acima das médias da área do euro e da UE: 38,7% (cerca de quatro em cada dez) de pessoas na faixa etária considerada usaram IA generativa.
Na média da UE, a maioria das pessoas usou as ferramentas para fins pessoais (25,1%), enquanto 15,1% as utilizou para o trabalho e 9,4% para educação formal.
Em Portugal, o uso para fins privados atingiu os 33,1%, seguindo-se o uso para fins profissionais (20%) e educação formal (14,5%).
As ferramentas de IA generativa podem criar novos conteúdos, como texto, imagens, código de programação, vídeos ou outros dados, com base nas informações disponíveis e nos padrões que aprenderam a partir de exemplos existentes. Para gerar este conteúdo, requerem um ‘input’ ou uma instrução (prompt) do utilizador.