sexta-feira, 06 mar. 2026

Comércio externo da China ultrapassa 10 biliões de yuans no início do ano

Exportações aumentaram 6,9% no primeiro trimestre de 2025, refletindo a resiliência das cadeias industriais chinesas e o impacto das políticas de estabilização adotadas por Pequim.
Comércio externo da China ultrapassa 10 biliões de yuans no início do ano

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O comércio externo de mercadorias da China registou um arranque relativamente estável em 2025, de acordo com dados oficiais divulgados a 14 de abril. No primeiro trimestre do ano, as exportações cresceram 6,9% em relação ao período homólogo, enquanto o volume total de importações e exportações aumentou 1,3%, totalizando 10,3 biliões de yuans.

Segundo a agência Bloomberg, os resultados superaram significativamente as previsões de mercado, demonstrando a resiliência do setor externo chinês, apesar do contexto internacional adverso, nomeadamente a imposição de tarifas adicionais por parte dos Estados Unidos.

Esta resiliência é atribuída a fundamentos económicos sólidos, à dimensão e potencial do mercado interno e, sobretudo, à robustez das cadeias industriais e de abastecimento. Face à intensificação do protecionismo comercial e à instabilidade geopolítica, a China tem procurado diversificar os seus mercados de exportação e reforçar a sua capacidade de resposta a riscos externos.

Desde novembro de 2024, Pequim implementou um conjunto de medidas destinadas a estabilizar o comércio externo. Estas iniciativas incluem incentivos ao investimento, apoio a empresas exportadoras e estímulo à inovação tecnológica. O relatório de trabalho do governo apresentado em março deste ano reafirma essa prioridade, propondo novas ações para assegurar o crescimento estável do setor.

Paralelamente, perante o aumento das barreiras comerciais impostas por Washington a partir de abril, a China tem acelerado a integração entre os mercados interno e externo, mantendo uma estratégia firme de abertura económica. Pequim defende que o protecionismo não oferece soluções sustentáveis e que a cooperação internacional continua a ser essencial para garantir um futuro económico partilhado e promissor.

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