terça-feira, 09 jun. 2026

Nascimentos na UE registam a maior quebra desde 1961

O organismo refere numa nota que também a taxa de fertilidade recuou, em 2023, para os 1,38 nados-vivos por mulher na UE, contra 1,46 em 2022. 
Nascimentos na UE registam a maior quebra desde 1961

O Eurostat anunciou, esta sexta-feira, que o número de nascimentos na União Europeia (UE) recuou, em 2023, 5,4% para os 3,67 milhões de bebés, face aos 3,88 milhões do ano anterior, o que representa a maior queda desde 1961.  

O organismo refere numa nota que também a taxa de fertilidade recuou, em 2023, para os 1,38 nados-vivos por mulher na UE, contra 1,46 em 2022. 

A Bulgária é quem regista a taxa de fertilidade total mais elevada da UE (1,81 nados-vivos por mulher), seguida da França (1,66) e da Hungria (1,55). 

Por outro lado,  as taxas de fertilidade mais baixas registaram-se em Malta (1,06 nascimentos por mulher), Espanha (1,12) e Lituânia (1,18). 

Em Portugal, a taxa de fertilidade era, há dois anos, de 1,45 nascimentos por mulher.