Direito de resposta da TVI

Uma mentira, insistentemente divulgada, não transforma a realidade. O Nascer do SOL, na sua edição de 21 de junho, publicou uma informação falsa afirmando que o arguido Armando Pereira tinha sido avisado pela TVI.

Essa informação falsa e difamatória teve impacto na reputação da TVI e dos seus jornalistas, desde logo porque foi amplificada por outros meios de comunicação.

Na edição de 28 de junho, o Nascer do SOL não só não publicou o desmentido da notícia falsa, faltando ao compromisso com os seus leitores, como fez pior, insinua que o arguido Armando Pereira terá «afirmado aos investigadores que fora interpelado pela TVI, masque se recusara a prestar declarações».

E, mais uma vez, falso, tal como e falsa a narrativa construída de que a TVI «Estava a par do violação do Segredo de Justiça» e que o genro do co-fundador da Altice «fugiu na véspera» criando uma situação causa-efeito ligada de novo à TVI.

Ao contrário do reafirmado na vossa notícia, nenhum jornalista da TVI procurou ou contactou Armando Pereira no dia anterior ao das buscas e se a jornalista tivesse querido colher a reação da TVI às afirmações e narrativa que se preparava para publicar, teria facilmente concluído que iria proferir afirmações falsas e publicar uma notícia objetivamente errada e que apenas tinha como propósito perpetuar a ideia de que a TVI e os seus jornalistas violaram o segredo de justiça e prejudicaram a investigação. O que, manifestamente, não corresponde a verdade.

Aliás, o próprio Nascer do SOL noticiou que os arguidos haviam sido avisados pelo menos uma semana antes da operação.

A Direção de Informação da TVI repudia a repetição de uma mentira, que põe em causa o seu bom nome, o dos seus jornalistas e o de todos os seus profissionais.

Pela TVI

Nuno Santos
Diretor de Informação da TVI