O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Dmytro Kuleba, confirmou na rede social Twitter que o ataque russo foi realizado com “mísseis de cruzeiro”. “Com este ato hediondo de barbárie a Rússia demonstra uma vez mais a sua atitude para com a Ucrânia, a Europa e o mundo”, sublinhou naquela plataforma. Para Zelensky, este ataque foi uma forma de a Rússia "humilhar as Nações Unidas e tudo o que a organização representa". "E, por isso, é preciso que haja uma resposta apropriada, poderosa", vincou o presidente da Ucrânia durante a sua habitual mensagem diária. O líder ucraniano ainda referiu que outras cidades – Fastiv, Odessa e Khmelnytskyi – também foram atingidas, o que significa que não é tempo de “relaxar”. "Ninguém pode pensar que esta guerra já acabou", reiterou. António Guterres continua em Kiev e já garantiu que "está seguro", mas "chocado" depois dos bombardeamentos encetados pela Rússia. "Estamos seguros", afirmou a jornalista Saviano Andreu, porta-voz do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários à AFP, ao notar ainda que aquela "é uma zona de guerra, mas é chocante que tenha acontecido perto" de onde a delegação de Guterres está.⚡️10 people injured as a result of missile attack on Kyiv.
Ukraine’s State Emergency Service reported that a Russian missile strike injured 10 people and partly destroyed the first two floors of a 25-story building. 📸 State Emergency Service pic.twitter.com/2Dp7nJcz1q — The Kyiv Independent (@KyivIndependent) April 28, 2022
Pelo menos 10 feridos após dois mísseis russos atingirem prédio residencial em Kiev
Ataque russo aconteceu no momento em que o secretário-geral da ONU e o Presidente da Ucrânia estavam a realizar uma conferência de imprensa.