terça-feira, 13 jan. 2026

"Ferir uma mulher é ultrajar a Deus"

Papa condenou violência contra as mulheres. 
"Ferir uma mulher é ultrajar a Deus"

Na sua primeira missa de 2022, este sábado, o Papa Francisco deixou uma mensagem acerca das mulheres e mães, condenado e pedindo o fim da violência contra estas.

“Quanta violência se faz contra as mulheres. Chega. Ferir uma mulher é ultrajar a Deus, que tomou a humanidade de uma mulher”, disse o sumo pontífice, na Basílica de São Pedro, no Vaticano.

Ao falar sobre as mulheres e mães, Francisco considerou que estas “conseguem manter juntos o sonho e o concreto, evitando desvios do pragmatismo assético e da abstração”.

Para o Papa, as mães são “capazes de tecer fios de comunhão, que se contrapõem aos arames farpados das divisões, que são tantos”.

Por fim, o sumo pontífice deixou uma mensagem à Igreja Católica: "Igreja é mãe, é mulher, por isso não se pode encontrar um lugar para a mulher na Igreja sem refleti-la nesse coração de mãe. Este é o grande lugar da mulher na Igreja, do qual derivam outros secundários”.

Leia também

Cancelado festival australiano após duras críticas por exclusão de autora palestiniana

A organização tinha anunciado a exclusão da autora palestiniana no dia 8, alegando "sensibilidade cultural", o que levou mais de 180 autores e oradores a cancelarem também a sua participação. A autora fala em "ato flagrante e vergonhoso de racismo anti-palestiniano". 
Cancelado festival australiano após duras críticas por exclusão de autora palestiniana

Descoberta macabra de cabeças humanas no Equador assusta país e mundo

Restos de cinco cabeças humanas foram encontrados pendurados numa praia no Equador, acompanhados de uma mensagem de ameaça de grupos criminosos, evidenciando a escalada de violência relacionada ao crime organizado no país.
Descoberta macabra de cabeças humanas no Equador assusta país e mundo

China alerta EUA para não recorrer a outros países para controlar a Gronelândia

A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China garantiu ainda que a exploração chinesa no Ártico está de acordo com o direito internacional. “Os direitos e liberdades de todos os países para conduzir atividades no Ártico de acordo com a lei devem ser plenamente respeitados”, afirmou
China alerta EUA para não recorrer a outros países para controlar a Gronelândia