terça-feira, 13 jan. 2026

Ex-diretor da PJM recorre de prisão preventiva

Luís Vieira é o único arguido em prisão preventiva
Ex-diretor da PJM recorre de prisão preventiva

Luís Vieira, ex-diretor da Polícia Judiciária Militar (PJM) recorreu da prisão preventiva, medida de coação a que ficou sujeito na sequência da investigação do caso Operação Húbris – que investiga o aparecimento do material militar roubado dos paióis de Tancos.

Segundo fonte da defesa do arguido disse à Lusa, o recurso já deu entrada no Tribunal da Relação de Lisboa, prevendo que este demore cerca de duas semanas para ser decidido.

O ex-diretor da PJM é o único dos arguidos em prisão preventiva. Já Vasco Brazão, ex-porta-voz da PJM ficou sujeito à medida de coação de prisão domiciliária.

Foram ainda contituídos arguidos outros três responsáveis da PJM, um civil e três elementos do Núcelo de Investigação Criminal da GNR de Loulé.

Leia também

Operação Marquês. José Sócrates está novamente sem advogado

O antigo primeiro-ministro, José Sócrates, terá pedido um prazo de 20 dias para contratar um novo advogado de defesa, não aceitando ser representado pela advogada oficiosa atribuída.
Operação Marquês. José Sócrates está novamente sem advogado

Divulgados primeiros casos de fungo resistente a fármacos em Portugal

Este fungo é de propagação hospitalar, ou seja, por contacto entre doentes, entre profissionais de saúde, ou com superfícies e equipamentos contaminados e destaca-se pela resistência comprovada a antifúngicos normalmente utilizados
Divulgados primeiros casos de fungo resistente a fármacos em Portugal

PJ lança campanha “Ódio online mata offline” para alertar jovens para riscos da radicalização digital

Luís Neves destacou ainda que existem vários tipos de radicalização, assentes sobretudo em diferenças religiosas, de género, de orientação sexual e políticas
PJ lança campanha “Ódio online mata offline” para alertar jovens para riscos da radicalização digital