terça-feira, 13 jan. 2026

Bombeiro herói vive com uma pensão de 267 euros

O bombeiro da corporação de Castanheira de Pêra, que ficou com uma capacidade de 85%, vive com menos de metade do salário mínimo.
Bombeiro herói vive com uma pensão de 267 euros

Rui Rosinha, que ficou conhecido como bombeiro herói nos incêndios de Pedrógão  – e que desde então já fez 14 operações – vive com uma pensão de 267 euros mensais, revelou o “Jornal de Notícias” na edição deste domingo.

O bombeiro da corporação de Castanheira de Pêra, que ficou com uma capacidade de 85%, não quis comentar o valor mas mostrou-se preocupado com o futuro. “A vida que tinha até 17 de junho acabou-se”, diz ao JN. “Era fiscal camarário, bombeiro, estava ligado ao clube local e acompanhava os meus filhos no futebol e nas atividades".

Rui Rosinha tem 40 anos e era bombeiro há 24, contou o Expresso em dezembro. Ficou gravemente ferido num acidente na Estrada Nacional 236, no dia em que o incêndio engoliu Pedrogão. Esteve mais de dois meses em coma e ficou internado até ao final de 2017 – um total de seis meses deitado. Ficou com sequelas definitivas e encontra-se ainda a receber tratamento.

Leia também

Bombeiros pedem audiência urgente ao primeiro-ministro

O presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais defende que os bombeiros "não têm nada a ver com toda a problemática da situação pré-hospitalar". O objetivo da audiência é "reforçar e organizar melhor o socorro em Portugal", de modo a "garantir que as populações confiam ainda mais nos bombeiros".
Bombeiros pedem audiência urgente ao primeiro-ministro

Operação Marquês. José Sócrates está novamente sem advogado

O antigo primeiro-ministro, José Sócrates, terá pedido um prazo de 20 dias para contratar um novo advogado de defesa, não aceitando ser representado pela advogada oficiosa atribuída.
Operação Marquês. José Sócrates está novamente sem advogado

Divulgados primeiros casos de fungo resistente a fármacos em Portugal

Este fungo é de propagação hospitalar, ou seja, por contacto entre doentes, entre profissionais de saúde, ou com superfícies e equipamentos contaminados e destaca-se pela resistência comprovada a antifúngicos normalmente utilizados
Divulgados primeiros casos de fungo resistente a fármacos em Portugal