terça-feira, 13 jan. 2026

153 chineses condenados a prisão perpétua. O motivo é surpreendente

Um tribunal da Birmânia condenou 153 cidadãos chineses à prisão perpétua por abate ilegal de árvores, informaram hoje os 'media' locais.
153 chineses condenados a prisão perpétua. O motivo é surpreendente

Dois menores, de 17 anos, foram condenados a uma pena de dez anos de cadeia e uma mulher, sobre a qual pesava já uma pena de prisão perpétua, foi considerada culpada por posse de droga, tendo sido acrescidos 15 anos de cadeia, disse Myint Swe, juiz do distrito de Myitkyina, no norte do país, à emissora Radio Free Asia.

O grupo foi detido em janeiro perto da fronteira com a China, no estado de Kachin.

"Tentámos que a sentença fosse o mais justa possível considerando também o ponto de vista do meio ambiente", referiu o magistrado.

O governo civil birmanês, que herdou o poder da extinta junta militar em 2011, proibiu no ano passado a exportação de madeira em bruto na tentativa de controlar a indústria madeireira.

A China é o principal destino da madeira birmanesa.

Lusa/SOL

Leia também

Cancelado festival australiano após duras críticas por exclusão de autora palestiniana

A organização tinha anunciado a exclusão da autora palestiniana no dia 8, alegando "sensibilidade cultural", o que levou mais de 180 autores e oradores a cancelarem também a sua participação. A autora fala em "ato flagrante e vergonhoso de racismo anti-palestiniano". 
Cancelado festival australiano após duras críticas por exclusão de autora palestiniana

Descoberta macabra de cabeças humanas no Equador assusta país e mundo

Restos de cinco cabeças humanas foram encontrados pendurados numa praia no Equador, acompanhados de uma mensagem de ameaça de grupos criminosos, evidenciando a escalada de violência relacionada ao crime organizado no país.
Descoberta macabra de cabeças humanas no Equador assusta país e mundo

China alerta EUA para não recorrer a outros países para controlar a Gronelândia

A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China garantiu ainda que a exploração chinesa no Ártico está de acordo com o direito internacional. “Os direitos e liberdades de todos os países para conduzir atividades no Ártico de acordo com a lei devem ser plenamente respeitados”, afirmou
China alerta EUA para não recorrer a outros países para controlar a Gronelândia